Score the podcast ep1

Score, a Film Music Podcast

If you love film music and how it is made, then this is the podcast for you

Following on from the movie “Score: A Film Music Documentary”, comes a podcast that I highly recommend: Score: the podcast.

Score mixing is one of my favorite jobs, so it’s fascinating listening to stars of the industry talk about film music. 

For example, this is how the producers describe the podcast:

The only show that takes you inside the studios of Hollywood composers, with engaging conversations and musical demonstrations…

…the weekly SCORE: THE PODCAST celebrates the musical heartbeat and emotive power of modern storytelling.

Join hosts Robert Kraft and Kenny Holmes as they open the door to the creative, musical and fascinating personalities of the men and women who create music for the world’s most popular films, TV shows and video games.”

Among the guests are: Heitor Pereira (The Lion King), John Powell (Rio), Ramin Djawadi (Game of Thrones) and  Kyle Dixon & Michael Stein (Stranger Things). 

So far there have been 57 episodes, full of anecdotes and insights as well as a fair share of humor.

So here is a link to the first episode: Episode 1 and at the bottom of that page are links to where the podcast is available.

Finally, if you need music or score mixing for your film, please get in touch.

We are equipped for Remote Collaboration with Source-Live Pro, the only HD video software streaming application that syncs audio directly with a DAW / NLE for accurate audio approval to picture.

You can see and hear some of our work here: Cool Tunes Cinema portfolio

Mixagens Madrid

Nossos raízes e valores

A última sessão

Estava ficando tarde. Eu estava mixando uma sessão de música em um estúdio fantástico. O relógio branco do estúdio mostrava 23:30 e faltava meia hora para o final da sessão.

Nós tínhamos gravado dez músicas e elas estavam soando ótimas. No entanto, a performance vocal em três músicas não era boa. O produtor passou tanto tempo nas guitarras que sobrou pouco tempo para os vocais. A cantora tinha lágrimas escorrendo pelo rosto porque o produtor a forçou a cantar em seu estilo, não no dela.

Fizemos as mixagens com pressa e, sem surpresa, ficamos infelizes com os resultados. Se a performance não for boa, você não poderá corrigi-la no mixagem. Uma sensação de melancolia pairava sobre o estúdio. A sessão terminou. Não havia mais dinheiro disponível.

Eu odiava não conseguir bons resultados por conseqüência de falta de dinheiro. Por isso resolvi me tornar um produtor, alem de engenheiro, e montar meu próprio estúdio para gravar e mixar. Queria ter minha própria produtora de áudio.

O custo do analógico

Nós estávamos gravando em fita de duas polegadas Ampex 456 Grand Master. Cada rolo custava cerca de US $ 300 e cabia três músicas. O gravador de vinte e quatro faixas, um Otari MTR90, custava quase o mesmo que um pequeno apartamento! Era o ano  1994. Os estúdios de gravação estavam prestes a serem virados de cabeça para baixo.

A oferta da revolução digital

Em 1992, a Alesis lançou o gravador modular de oito pistas Adat. Você poderia encadear Adats juntos para fazer um gravador de 32 pistas se você quisesse e cada Adat custava cerca de US $ 3995. Assim, um gravador de 24 pistas custaria cerca de US $ 14.000, incluindo o controle remoto da Alesis BRC. Muito menos do que o custo de um Otari MTR90!

A outra grande mudança veio com a chegada da mesa de mixagem digital Yamaha Promix 01 em 1994. Este era um mixer programável com operação semelhante a analógica. A qualidade do som rivalizava ou excedia a das mesas de mixagem analógicas comparáveis.

Meu plano

Então eu poderia usar gravadores Adat, o Yamaha Promix 01 e automatizar o mixagem usando um dos meus Atari 1040STs. Eu poderia alcançar uma qualidade que, comparada aos estúdios analógicos maiores, custaria uma fração do preço e passaria a economia para os meus clientes. Por fim, poderíamos usar mais tempo no estúdio para obter melhores resultados e meus clientes economizariam dinheiro. Aliás, havia outro bônus, o sistema Adat era portátil e podíamos gravar onde quiséssemos.

O próximo passo

Então, eu sabia o que eu queria, só precisava do dinheiro. Felizmente consegui um empréstimo do banco e um empréstimo do meu sogro. Assim que comecei a converter um dos quartos do nosso apartamento em Barcelona em um estúdio. Ainda que tinha uma acústica ruim, foi um começo e consegui bons resultados. Era o ano 1995. Posteriormente, construí outro estúdio melhor em Barcelona.

Avanço rápido para Florianópolis

Uma mudança em 2011 para o Brasil gerou um novo estúdio projetado para mixagem para cinema e tv. Demorou um ano para ser construído e foi executado com os mais altos padrões de qualidade. Por fim eu tinha uma ótima acústica e uma grande tela de projeção!

Por que eu faço isso?

Acima de tudo, eu adoro trabalhar com som e quero fazer trabalhos dos quais eu me orgulho. Além disso, eu quero criar o extraordinário e fazer parte de algo especial.

Se você tem um projeto e quer conseguir grandes resultados, entre em contato. Gostaria ajudá-lo a contar sua historia da melhor maneira possível. Porque o seu sucesso é o meu sucesso!